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No hace falta decir, de nuevo, que Fidel era un hombre y no un mito. He pensado bastante, eso sí, en su figura política, en su papel histórico, dinámico, contradictorio, e imprescindible para construir lo que Cuba es hoy. También he pensado en quiénes fueron sus contemporáneos, tanto los líderes, cuanto la “masa”, en el concepto de Revolución, en quiénes somos “nosotros” los sobrevivientes, en el mapa complejísimo de nuestra sociedad que ocupa tantos espacios geográficos, en lo que heredamos, en los pasados que no queremos y en el futuro que seremos capaces de contruir. De esos pensamientos todos he sacado más interrogantes que certezas, pero colocar las preguntas y las dudas siempre fue un primer paso digno, creo yo…

Amanecer sin Fidel. Boceto

Lady, welcome to America!

Raquel Varela

Ontem regressei de Miami, vinda de uma conferência. Um taxista levou-me do hotel ao aeroporto. Um negro, simpático, que conduzia e bebia gelo num copo, apesar do ar condicionado glaciar dentro do carro. Perguntou-me para onde eu ia, para saber de onde eu era. Para Portugal. É a terra do Cristiano Ronaldo? Também, respondi-lhe. Lá faz calor, perguntou-me? No verão sim. Quanto? Não tenho de memória a conversão de Celsius em Fahrenheit, mas talvez 80, 90. Não sei o que é isso senhora. Celsius… É outra medida, diferente de ver a temperatura. Portugal é uma ilha? Não. Fica ao lado do quê? De Espanha, do outro lado é oceano. E quem emite a vossa moeda? Ops! Espera aí, pensei. A maioria das notícias em Portugal nos jornais de referência falam da economia sem perguntar quem emite a moeda, o que é a moeda, o que dá consistência à moeda. É…

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